A busca por produtos Kosher ultrapassa os interesses de um grupo étnico particular. Os consumidores Kosher incluem judeus, muçulmanos e adventistas do sétimo dia, assim como vegetarianos, pessoas com intolerância à lactose e todos aqueles que sabem que Kosher é o melhor. Estes milhões de consumidores procuram o simbolo Kosher para se assegurar que suas necessidades serão satisfeitas.
No Brasil, o BDK e o Vaad Rabanei Anash Brasil, ambos com sede em São Paulo, são instituições religiosas que estudam e fiscalizam a
produção de alimentos para que os consumidores tenham sempre a certeza de estar comprando produtos adequados de acordo com as normas dietéticas judaicas. E essas instituições concedem os selos kosher que são sempre estampados nas embalagens dos produtos colocados à venda.
O Selo Kosher é dado pela comunidade judaica para “alimentos tratados/preparados segundo os preceitos da religião judaica”. Esses preceitos referem-se não só ao tipo da comida, como à maneira de preparo e também à combinação entre os diversos alimentos de uma refeição.
Para poder seguir estritamente as normas e receber o selo kosher, os alimentos precisam ser preparados sob a supervisão de um rabino. Além de existirem restrições quanto a muitos tipos de animal (porcos e coelhos, por exemplo, são considerados não kosher), as leis também definem a ração e a forma de abate. No caso da carne animal, ela deve ser vendida e consumida antes de se completar 48 horas do abate.
A palavra KOSHER, deriva de kasher, que em hebraico significa “próprio” ou “puro”. Por suas características e qualidade, a comida kosher torna-se cada vez mais popular entre os não-judeus interessados em boa alimentação.” Este selo é renovado anualmente, com uma nova visita do rabino e ainda revisto em inspeções surpresa feitas ao longo do ano. É realmente uma garantia de pureza do alimento. BDK do Brasil Assim como em todo mundo existem vários órgãos que autorizam o consumo de alimentos ‘kosher” para suas comunidades, a BDK tem como meta analisar os milhares de produtos brasileiros, que já são “kosher” por sua forma de fabricação mas ainda não são divulgados e autorizados para consumo.


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